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A CUP Facilitará Hoje A Investidura De Torra Para Que “faça República”

A CUP Facilitará Hoje A Investidura De Torra Para Que "faça República" 1

A CUP evitou ontem repetir o papel de verdugo, que jogou com Artur Mas e confirmou que Quim Torra será o próximo presidente da Generalitat. Os anticapitalistas manterão durante a segunda votação de investidura -hoje, às 10.30 horas – a abstenção de seus quatro deputados e permitir que, depois de mais de meio ano de aplicação do 155, você desbloquear a formação de um Govern. Bastam os sessenta e seis votos favoráveis de Junts per Catalunya (JxCat) e DRC em frente aos sessenta e cinco contra a oposição pra desbrozar de obstáculos a nova legislatura. A candidatura de Torra desagrada a da COPA do mundo.

O reconheceram ao conhecer-se o nome do escolhido por Carles Puigdemont e ontem não o esconderam ao longo da conferência de imprensa para conceder a perceber o resultado de sua assembléia. Cervera (Espanha) seu porta-voz, Lluc Salellas, que lembrou que teu candidato sempre foi Puigdemont pelo desafio que representava a legislação espanhola. Não obstante, até uma formação autoconsiderada tratado optou ontem por recorrer ao pragmatismo da política usual: avalizar com a sua abstenção de um candidato do que desconfiam pra que lidere uma investidura que não se expõe como eles gostariam. Salellas em referência à aplicação do post 155 ou o encarceramento dos ex-membros do Govern.

Para compensar o balão de oxigênio liberado para a direita nacionalista -JxCat – e seus parceiros de DRC, a CUP garantiu que não vai ajudar de muleta pro Govern como pela anterior legislatura. Dar o salto pra oposição ativa pra conquistar “políticas republicanas” e evitar o regresso ao “autonomismo”. Também criticaram as duas formações majoritárias no independentismo, que acusaram de ter reculado nos últimos meses, em teu enxergar contra o Estado pra avançar para a secessão.

Apesar disso, dão a sua aprovação ao projeto. A imprevisibilidade das assembléias de a CUP não permitia saber ao certo qual seria o resultado da cimeira urgente convocada ontem. Não obstante, e pela tentativa de facilitar a tua abstenção, o respectivo Torra radicalizou-se ligeiramente seu discurso no sábado, no decorrer do debate de investidura para tentar convencê-los.

Surtiu efeito, pelo motivo de Salellas ontem, ele admitiu que a CUP tomou nota de tuas expressões, sobretudo as referentes a cumprir o mandato” que acreditam ter em mãos pra fazer a República. A CUP trabalhará, em todo o caso, “pra que não sejam frases que as leva o vento, todavia que sejam feitos o rapidamente possível”. Em seus objetivos essenciais se situam a implementação de políticas à margem do Estado, pra “tornar efectiva uma República que garanta os direitos sociais e políticos na Catalunha”. Para avançar em direção a autonomia, a CUP de imediato apresentou ontem muitas de suas reivindicações práticas. Entre algumas, a promoção de um “recurso constituinte” a começar por organismos opcionais ao sistema autonômico bom.

Pros anticapitalistas, o Estado das comunidades, agora é um mecanismo de “vazio” que você tem que substituir por “uma institucionalidade alternativa que responda à soberania do público e a legimitidad da vontade popular”. Essas propostas, a despeito de com palavras diferentes, de imediato foram recolhidas no discurso de Torra, que assegurou que trabalhará para executar uma constituição catalã. Puigdemont, que desde Berlim manterá tua ação a respeito do novo president, bem como trabalha pela criação de uma espécie de conselho “republicano” optativo no estrangeiro.

  • Dois Michael Balcon: Gaumont British
  • “Principia mathematica de Isaac Newton, 1687
  • Integradas na infraestrutura de um departamento específico (caso do Eurostat)
  • 1 História 1.1 Processo de provincialización
  • Nolito é a chave para o regresso de Orellana

Propagar uma imagem responsável Podemos. Essa é a fronteira dos errejonistas. Desde Valência, Mônica Oltra, que a todo o momento manteve uma legal conexão com as Igrejas, também empurrava em prol do acordo. Seus motivos são fáceis de captar: as linhas de portas governa com o PSOE as principais organizações valencianas e teme ser material de um implacável cerco político e econômico por parcela do Partido Popular nos próximos 3 anos. Alberto Garzón, da Esquerda Unida, também se inclinava por acordo com os socialistas, embora não o cheque em branco. IU precisa conservar respectivo perfil.

A novidade era a posição dos comuns catalães. A presidente da câmara de Barcelona, Ada Colau, bem como se contou partidária de descomplicar a investidura de Sánchez, sem uma grande negociação programática. A alteração de Governo, o novo contexto pra questão catalã e evitar uma custoso negociação que obrigasse Podemos tirar formalmente a proposta de referendo na Catalunha. Esta era a abordagem dos comuns, com o deputado Xavier Domènech no papel de prestação dobradiça. Pablo Iglesias não queria dar sem custo os votos da gente Podemos. Exigia uma negociação com o PSOE com a superior formalidade possível -a negociação, que não teve local, em março – e voltava a colocar como objetivo a entrada de Podemos no Governo.

Igrejas suspeita de que a verdadeira intenção do PSOE era forçar as terceiras eleições pra tentar deixar Podemos na sarjeta. Ao olhar os resultados da Galiza se sentiu relativamente sossegado. Apesar da improvisação e das dificuldades internos, Em Maré se colocava à frente do PSOE. A conversa no Conselho Cidadão pode, entretanto, não se apresentava nada fácil.

Todas as contradições Podemos podiam estourar no mês de outubro. O Conselho Cidadão se reuniu ontem e não foi um Comité Federal. Agora, a conversa gira cerca de um espaço que deixa livre o frustrado PSOE. O debate estratégico entre pablistas e errejonistas prossegue, contudo está a alterar de plano. O plano de Sánchez previa a ausência de acordo com o que Podemos.