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Segundo Os Cálculos Do Relatório

Segundo Os Cálculos Do Relatório 1

O número de freguêses de drogas aumentou em 2011 em conexão ao ano anterior 9%, até um máximo de 315 milhares de pessoas, indica o Relatório Mundial sobre isto Drogas, mostrado esta quarta-feira em Viena, da ONU. A droga mais procurada é a cannabis, com até 230 milhões de freguêses, um máximo de 53 milhões consome anfetaminas, até vinte milhões, cocaína, e até cinquenta e seis milhões, derivados do ópio.

No total, até 6,9% da população adulta do planeta —entre quinze e 64 anos— teria experimentado algum tipo de droga no decorrer do ano de 2011, segundo o documento. Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), o russo Yuri Fedotov. O número de mortes que causam o consumo de drogas assim como permanece estável, segundo este documento, que o valor em um máximo de cinquenta e quatro mortes por cada milhão de adultos.

No total, as drogas causaram até 247.000 óbitos em 2011, um valor aproximado ao do ano anterior, de acordo com as estimativas com apoio nos dados acessíveis da UNODC. Como tendência preocupante por seu potencial de danos à saúde, o relatório ressalta-se o consumo simultâneo de imensas drogas, principalmente a combinação de medicamentos de venda com receita, como sedativos e tranqüilizantes, juntamente com substâncias ilícitas.

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A procura de cocaína tem declinado de modo significativa na América do norte e foi estabilizado na Europa, porém tem aumentado em outras regiões da América Latina e da Ásia. Em torno de 20 milhares de pessoas consumiram cocaína alguma vez o ano pasadoLa UNODC destaca que a diminuição é significativa nos EUA e Canadá, que formam o superior mercado freguês de cocaína. Na Europa ocidental e central a demanda de cocaína “parece ter estabilizado após muitos anos de desenvolvimento”.

Desse modo as coisas, a grau mundial prepara-se um deslocamento da demanda dessa droga, que acontece principalmente nos países andinos-Colômbia, Bolívia e Peru. A ONU atribui boa fração da tendência ao acrescentamento da demanda de cocaína pela América Latina a uma crescente praticidade de se adquirir essa droga de uma maneira relativamente barato, graças à proximidade dos países produtores. O corpo humano da ONU alerta para a perspectiva de que o teu consumo se desloque à “África e Ásia, onde se situa a maioria da população do mundo”.

Um máximo de 20 centenas de pessoas têm consumido pelo menos uma vez no ano passado por todo o planeta, o que representa um 0,45 % da população mundial entre quinze e sessenta e quatro anos de idade. México superou em 2011 os EUA como o país onde mais estimulantes anfetamínicos foram apreendidas, com 31 toneladas.

O documento garante que a procura mundial nesse tipo de droga está em expansão: “As apreensões e os níveis de consumo vai aumentando, a produção parece espalhar-se e estão construindo novos mercados”. Apesar de o consumo se mantém estável em mercados usuais para esta droga, como os EUA, bem como se regista um aumento da busca nas economias criadas da Ásia, indica o relatório. Segundo os cálculos do relatório, o número de clientes destas drogas situa-se entre os quatrorze e cinquenta e três milhões de dólares em todo o mundo. Vendidas como “drogas legais”, essas novas substâncias “proliferam-se a um ritmo sem precedentes” e apresentam “desafios inéditos” pra saúde pública.

ONU no relatório. Adverte que esse tipo de droga é vendida legalmente, mesmo na Internet, ainda que várias delas podem ser mais perigosos que as drogas habituais, os que imitam. O relatório compara o problema a uma “hidra”, visto que os fabricantes produzem recentes variantes da substância, com ligeiras modificações na sua composição, para pilantrar os novos marcos legais. Ainda que essas novas substâncias são mais comuns na Europa e América do Norte, tua origem está, sobretudo, pela Ásia, essencialmente pela “aqueles Estados com indústrias químicas e farmacêuticas avançadas”, de acordo com o documento.

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